TRABALHOU COMO POUCAS E O SANTA RECONHECEU - RENOVAÇÃO FOI CONSEQUÊNCIA
Marina Peixoto, desejar-te as
maiores felicidades e agradecer-te o empenho e a dedicação que tens tido
connosco, é pouco.
Tu és um produto do esforço e da determinação!
Um orgulho e um verdadeiro exemplo, várias vezes repetido pelo nosso técnico Sérgio Carvalho, bem como por toda a estrutura directiva.
Tu és um produto do esforço e da determinação!
Um orgulho e um verdadeiro exemplo, várias vezes repetido pelo nosso técnico Sérgio Carvalho, bem como por toda a estrutura directiva.
Tu és uma pivô com
características raras. Muito forte fisicamente, com imensa facilidade em jogar
com os dois pés, estendendo essa capacidade, inclusive, à vertente finalização.
Deste um contributo magnífico à
equipa na passada temporada, afirmando-te como uma jogadora imprescindível para
o técnico Sérgio Carvalho.
Certamente que vais querer
continuar a mostrar que podemos confiar em ti e não vais querer, apenas, ficar
a saborear o que de bom fizeste na passada temporada.
Temos alguma curiosidade em saber, pelas tuas palavras, como viste o
teu crescimento e a melhoria, significativa, no teu rendimento como pivô?
Apesar do início da época
ter sido complicado para mim, onde adaptação ao modelo de jogo, o meu
rendimento como pivô e a minha motivação não estavam ao melhor nível, só posso
estar feliz por chegar ao fim da mesma na melhor forma. Quero agradecer às
minhas colegas pelo apoio que me deram durante toda a época, pela força quando
nada corria bem e pela felicidade que mostravam ter por mim quando tudo me
corria da melhor maneira. Agradeço também ao nosso treinador pela persistência
e por todo o trabalho que realizou comigo.
Quanto
ao meu crescimento e melhoria do rendimento como pivô foi sem dúvida um
processo dito “exponencial”, onde com trabalho e dedicação consegui alcançar os
objetivos que pretendia. Apesar do esforço para conseguir estar presente nos
treinos, visto ter que me descolar de Aveiro para Viana, de ter alguns treinos
e jogos onde não estava nas melhores condições psicologicamente, as coisas
foram surgindo. Penso que o facto de ter traçado objetivos pessoais e coletivos
tornou tudo mais fácil, foquei-me e trabalhei sempre em função disso.
E como tu és do tipo: “antes quebrar que torcer”, diz-nos como esperas que vai ser o teu desempenho no próximo campeonato?

As tuas ambições terminam onde? Numa manutenção no campeonato nacional?
Nos play-off? A tua atitude competitiva é contagiante. Até onde queres ir tu?
Apesar da época passada ter sido
o nosso ano “zero” e de termos noção das dificuldades sempre trabalhamos para
ir o mais longe possível. Infelizmente não jogamos nos play-off nem conseguimos
passar dos quartos de final da Taça de Portugal, mas penso que foi um ano onde
o trabalho foi imenso, onde se formou um grupo coeso, com métodos e um modelo
de jogo definido e portanto é óbvio que este ano tenho ambição de jogar os
play-off e ver o Santa Luzia entre as melhores equipas do campeonato. Ter ambição de ir mais longe penso que só faz
com que a nossa atitude e determinação sejam ainda maiores.
Num plano colectivo, factor que tu privilegias muito (estás sempre
pronta para trabalhar e, também, na linha da frente para os convívios de
grupo), como tens sentido o crescimento da equipa neste último ano?
Sendo
este último ano o ano “zero”, a nível de introdução do modelo de jogo e de
todos os métodos de trabalho, como disse anteriormente, penso que só contribuiu
para que o crescimento fosse no sentido positivo. Formou-se uma equipa com
jogadoras da época passada e outras vindas de outros clubes e desde o inicio
que um dos objetivos, muito bem cumprido, foi de ter um balneário “saudável”.
Penso que é um fator bastante importante, que alinhado ao trabalho, faz com que
os objetivos principais da equipa sejam atingidos. O facto de no Santa Luzia
sempre se ter conciliado os convívios de grupo com o trabalho contribuiu para
um grande crescimento coletivo, mesmo existindo altos e baixos ao longo da
época.
E como perspectivas tu o próximo campeonato nacional?
A
época passada cumprimos o objetivo de garantir a manutenção no campeonato
nacional, como já disse foi criado um projeto que com trabalho teve um
crescimento exemplar. Penso que agora que os primeiros passos foram dados só
temos que traçar os nossos objetivos para o próximo campeonato nacional,
mantendo os pés assentes no chão, e continuar o nosso trabalho sempre em função
disso, é neste sentido que perspetivo o próximo campeonato nacional.

Existiram vários factores para
que isso fosse possível, houve um trabalho treinador/jogadora importantíssimo
para que me conseguisse adaptar, houve colegas de equipa com qualidade técnica
e táctica que me possibilitou por em prática as minhas características bem como
o trabalho que realizei ao longo da época.
Nós já manifestamos a nossa opinião sobre o teu jogo. Importa-nos saber
como é que tu vês os teus pontes fortes? Quais são?
O
facto de nunca desistir mesmo quando corria mal, de ser persistente e procurar
mesmo num minuto contribuir para o sucesso do Santa Luzia, tornou-se o meu
ponto forte para assim trabalhar em todos os outros. Insistir em trabalhar a
minha condição física ajudou-me bastante na adaptação das novas regras de
trabalho impostas pela equipa técnica, contribuindo para por em prática outras
capacidades.
E, por último e não menos importante, quais são as tuas expectativas
relativamente ao desempenho da nossa equipa – Santa Luzia – no próximo
campeonato?
Iremos
dar continuidade ao trabalho da época passada, com toda a certeza que as novas
contratações serão introduzidas e bem recebidas no projeto e assim, traçando os
nossos objetivos, penso que teremos um bom desempenho no próximo campeonato.
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